quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Eficiência no Gerenciamento de Estoques
Um gerenciamento adequado de Estoques deve no mínimo reconhecer que quanto menor o estoque menor a necessidade de capital imobilizado, mas em contrapartida nunca deve faltar produto para venda.Há uma série de fatores que motivam as empresas a quererem reduzir seus estoques, entre eles está a crescente diversificação de produtos buscada pelo fabricante, o que dificulta a identificação de pontos de pedidos e de níveis de estoque de segurança, por exemplo. Além disso, o vendedor estoquista não sabe em que medida os novos modelos vão tornar os modelos em estoque obsoletos. Mas, certamente a preocupação central está em torno dos custos de manter determinada mercadoria parada em estoque, ou seja, do custo de oportunidade do capital.
Ao buscar o menor estoque, a empresa corre o risco de perder uma venda por falta de produto. Uma venda aos olhos de um vendedor ingênuo é apenas uma venda, mas aqueles que possuem visão estratégica de negócios sabem que uma venda perdida pode custar a fidelidade de um cliente potencial, ou muito pior, se isso for rotineiro pode gerar uma propaganda negativa em torno do seu negócio impossibilitando-o de expandir os seus horizontes de demanda.
Portanto, para equilibrar esses dois aspectos se faz necessária a utilização intensa da informação a partir de históricos de vendas, giro das mercadorias, sazonalidades dos produtos, etc. Assim, é possível inferir sobre os estoques de rotação, ou seja, aqueles mínimos necessários para atender as demandas correntes. Outro fator importante que deve ser incluído nesse estudo é o estoque de segurança, cujo objetivo é lidar com incertezas que permeiam toda cadeia logística. Esse conceito é um dos mais polêmicos do gerenciamento de estoques e talvez o mais difícil de mensurar. Mas ter informações gerenciais referentes ao custo de excesso ou de falta de estoques em um dado período de tempo é, com certeza, o primeiro passo a ser dado. Um terceiro fator que também deve ser considerado é o prazo de entrega dos fornecedores, quanto menores forem menores também serão os estoques. Nesse aspecto é importante notar que as medidas de quantidade e tempo se misturam em uma análise de estoque, por isso algumas empresas dimensionam seus estoques por número de períodos de demanda, mantendo, por exemplo, “três semanas em estoque” ou “seis dias em estoque”.
O estudo em torno dos estoques serve fundamentalmente para diminuir as incertezas quanto ao futuro que rondam as empresas e tentar aumentar a eficiência do negócio. Mas as grandes oscilações de demanda que representem uma quebra estrutural no comportamento dos consumidores, como as causadas por mudanças inesperadas na temperatura ou uma chuva de granizo, por exemplo, são praticamente impossíveis de se mensurar.
Isso nos leva a concluir que aumentar a eficiência no gerenciamento de estoques, não significa capacidade de prever demandas futuras e estar preparado para elas. Mas significa otimizar a utilização de recursos com base no estudo das informações disponíveis, para evitar possíveis perdas ou até mesmo expandir a participação no mercado, como consequência do aumento de eficiência.
Lucas Maciel Rodrigues
Ao buscar o menor estoque, a empresa corre o risco de perder uma venda por falta de produto. Uma venda aos olhos de um vendedor ingênuo é apenas uma venda, mas aqueles que possuem visão estratégica de negócios sabem que uma venda perdida pode custar a fidelidade de um cliente potencial, ou muito pior, se isso for rotineiro pode gerar uma propaganda negativa em torno do seu negócio impossibilitando-o de expandir os seus horizontes de demanda.
Portanto, para equilibrar esses dois aspectos se faz necessária a utilização intensa da informação a partir de históricos de vendas, giro das mercadorias, sazonalidades dos produtos, etc. Assim, é possível inferir sobre os estoques de rotação, ou seja, aqueles mínimos necessários para atender as demandas correntes. Outro fator importante que deve ser incluído nesse estudo é o estoque de segurança, cujo objetivo é lidar com incertezas que permeiam toda cadeia logística. Esse conceito é um dos mais polêmicos do gerenciamento de estoques e talvez o mais difícil de mensurar. Mas ter informações gerenciais referentes ao custo de excesso ou de falta de estoques em um dado período de tempo é, com certeza, o primeiro passo a ser dado. Um terceiro fator que também deve ser considerado é o prazo de entrega dos fornecedores, quanto menores forem menores também serão os estoques. Nesse aspecto é importante notar que as medidas de quantidade e tempo se misturam em uma análise de estoque, por isso algumas empresas dimensionam seus estoques por número de períodos de demanda, mantendo, por exemplo, “três semanas em estoque” ou “seis dias em estoque”.
O estudo em torno dos estoques serve fundamentalmente para diminuir as incertezas quanto ao futuro que rondam as empresas e tentar aumentar a eficiência do negócio. Mas as grandes oscilações de demanda que representem uma quebra estrutural no comportamento dos consumidores, como as causadas por mudanças inesperadas na temperatura ou uma chuva de granizo, por exemplo, são praticamente impossíveis de se mensurar.
Isso nos leva a concluir que aumentar a eficiência no gerenciamento de estoques, não significa capacidade de prever demandas futuras e estar preparado para elas. Mas significa otimizar a utilização de recursos com base no estudo das informações disponíveis, para evitar possíveis perdas ou até mesmo expandir a participação no mercado, como consequência do aumento de eficiência.
Lucas Maciel Rodrigues
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Novo site GIRO MR
GIRO MR acaba de lançar o novo site! Com ele pretendemos facilitar o acesso às informações de todos que visitarem.
Conheça o nosso site!
Mande-nos suas sugestões, comentários e críticas. Queremos saber sua opinião!
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Artigo: Saber Ouvir
Inicialmente se faz necessário diferenciar o ouvir do escutar. Ouvir exige apenas que tenhamos um ouvido funcionando bem, para que o som seja captado no ambiente e transmitido até o cérebro. Escutar exige mais: que o ouvinte preste atenção, concentre-se no que está sendo dito e espere seu interlocutor terminar de falar para depois emitir sua opinião, continuando assim o diálogo.
O ouvir é a primeira habilidade comunicativa do ser humano. Ouvimos antes de falar e falamos antes de ler e escrever. Na escola, aprendemos a ler e a escrever; podemos fazer cursos ou treinamentos para falar melhor. Porém, para ouvir, não recebemos treinamento, e o que aprendemos empiricamente muitas vezes não faz de nós um bom ouvinte.
O bom ouvinte olha para o falante enquanto ouve, costuma fazer movimentos afirmativos com a cabeça, caso concorde com o que está sendo dito e, oportunamente, oferece retornos verbais para mostrar que está atento e acompanhando o raciocínio de quem fala. Esses retornos verbais são o ‘hum, hum’, ‘certo’, ‘sei’, ‘é’, sendo que em conversas telefônicas esses sons de apoio ao diálogo são fundamentais, pois mantêm uma ponte comunicativa entre o falante e o ouvinte, que não se vêem.
Outro detalhe essencial: o ouvinte não existe sem a presença do falante. Sendo assim, a pessoa que fala bem atrai no seu interlocutor as características de um bom ouvinte. Quem não olha e presta atenção ao palestrante, pelo fato dele dizer coisas interessantes, com entusiasmo e técnica?
Porém, assim como existem bons falantes, existem também pessoas inconvenientes, aquelas que falam demais, aquelas que dizem a mesma coisa várias vezes. Essas situações fazem tanto o ouvinte quanto o falante perderem tempo, e tempo é vida!
Não raramente, o ouvinte se depara também com comunicadores que não conseguem prender a atenção da platéia, porque não falam bem, porque desconhecem ou não conseguem praticar técnicas eficazes para uma boa comunicação profissional e oratória.
Para ser ouvido de forma eficiente, quem fala deve adaptar sua linguagem ao nível de compreensão de quem ouve. Não adianta utilizarmos um vocabulário rebuscado para um público sem estudo ou com um grau de escolaridade baixo. Entretanto, para um público culto, é conveniente usar palavras que reflitam a cultura e o conhecimento de quem fala. Enfim, é importante saber para quem se está falando. Fica aqui então uma reflexão: conheça seu público e aprenda a falar melhor para ser bem ouvido e aprenda também a ouvir para respeitar quem está falando.
O ouvir é a primeira habilidade comunicativa do ser humano. Ouvimos antes de falar e falamos antes de ler e escrever. Na escola, aprendemos a ler e a escrever; podemos fazer cursos ou treinamentos para falar melhor. Porém, para ouvir, não recebemos treinamento, e o que aprendemos empiricamente muitas vezes não faz de nós um bom ouvinte.
O bom ouvinte olha para o falante enquanto ouve, costuma fazer movimentos afirmativos com a cabeça, caso concorde com o que está sendo dito e, oportunamente, oferece retornos verbais para mostrar que está atento e acompanhando o raciocínio de quem fala. Esses retornos verbais são o ‘hum, hum’, ‘certo’, ‘sei’, ‘é’, sendo que em conversas telefônicas esses sons de apoio ao diálogo são fundamentais, pois mantêm uma ponte comunicativa entre o falante e o ouvinte, que não se vêem.
Outro detalhe essencial: o ouvinte não existe sem a presença do falante. Sendo assim, a pessoa que fala bem atrai no seu interlocutor as características de um bom ouvinte. Quem não olha e presta atenção ao palestrante, pelo fato dele dizer coisas interessantes, com entusiasmo e técnica?
Porém, assim como existem bons falantes, existem também pessoas inconvenientes, aquelas que falam demais, aquelas que dizem a mesma coisa várias vezes. Essas situações fazem tanto o ouvinte quanto o falante perderem tempo, e tempo é vida!
Não raramente, o ouvinte se depara também com comunicadores que não conseguem prender a atenção da platéia, porque não falam bem, porque desconhecem ou não conseguem praticar técnicas eficazes para uma boa comunicação profissional e oratória.
Para ser ouvido de forma eficiente, quem fala deve adaptar sua linguagem ao nível de compreensão de quem ouve. Não adianta utilizarmos um vocabulário rebuscado para um público sem estudo ou com um grau de escolaridade baixo. Entretanto, para um público culto, é conveniente usar palavras que reflitam a cultura e o conhecimento de quem fala. Enfim, é importante saber para quem se está falando. Fica aqui então uma reflexão: conheça seu público e aprenda a falar melhor para ser bem ouvido e aprenda também a ouvir para respeitar quem está falando.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Artigo: O que é o sucesso?
Entender o que é o sucesso talvez seja o primeiro passo para poder alcançá-lo. Buscamos, com certa freqüência, uma resposta “pronta” para essa questão. Alcançar o sucesso é ser diretor, consultor ou doutor. É se tornar tio, pai ou mãe. É morar na cidadezinha pacata do interior. É morar na agitada cidade grande. É constituir uma família. É ser graduado. É ser aprovado em um concurso super concorrido. Enfim, podemos ficar aqui por horas e apresentar as várias possibilidades de sucesso que nos parecem corretas, mas essas alternativas não são coerentes para todos. O sucesso para um, pode ser o insucesso para o outro.
O sucesso é único de cada pessoa e por isso é preciso ter o grande cuidado de não projetar a trajetória de vida em função dos sonhos alheios. Você terá o sucesso quando alcançar o que seu coração almeja de verdade. Uma carreira profissional só terá sentido se for construída com sinceridade, com a ocupação que lhe fascina e o trabalho que lhe edifica. Ganhar muito dinheiro não é ter sucesso, é simplesmente ganhar muito dinheiro. A vida pessoal só terá sucesso efetivo se conduzida com sinceridade, com as pessoas que você ama e da forma que faz você feliz. Casar, ter filhos e constituir uma família não é ter sucesso, é simplesmente garantir a perpetuação da genética.
É necessário compreender a linha entre o querer e o conquistar. Não adianta alcançar aquilo que seus pais, irmãos e amigos desejam para você, se você não compartilhar desse desejo. O importante não é construir o que a sociedade dita como “sucesso”, mas ir em busca do que realmente faz parte de você e do seu querer mais profundo. E por ser tão íntimo e particular, a definição do que é o sucesso dependerá de você. Então, faça o que quiser fazer, mas o faça com excelência.
Josiane Fernandes Campos
sábado, 21 de agosto de 2010
Em breve novo site.
Estamos criando um novo site da Giro MR. Em breve estará no ar com muitas novidades, cases, e muito mais. Aguardem.
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