Um gerenciamento adequado de Estoques deve no mínimo reconhecer que quanto menor o estoque menor a necessidade de capital imobilizado, mas em contrapartida nunca deve faltar produto para venda.Há uma série de fatores que motivam as empresas a quererem reduzir seus estoques, entre eles está a crescente diversificação de produtos buscada pelo fabricante, o que dificulta a identificação de pontos de pedidos e de níveis de estoque de segurança, por exemplo. Além disso, o vendedor estoquista não sabe em que medida os novos modelos vão tornar os modelos em estoque obsoletos. Mas, certamente a preocupação central está em torno dos custos de manter determinada mercadoria parada em estoque, ou seja, do custo de oportunidade do capital.
Ao buscar o menor estoque, a empresa corre o risco de perder uma venda por falta de produto. Uma venda aos olhos de um vendedor ingênuo é apenas uma venda, mas aqueles que possuem visão estratégica de negócios sabem que uma venda perdida pode custar a fidelidade de um cliente potencial, ou muito pior, se isso for rotineiro pode gerar uma propaganda negativa em torno do seu negócio impossibilitando-o de expandir os seus horizontes de demanda.
Portanto, para equilibrar esses dois aspectos se faz necessária a utilização intensa da informação a partir de históricos de vendas, giro das mercadorias, sazonalidades dos produtos, etc. Assim, é possível inferir sobre os estoques de rotação, ou seja, aqueles mínimos necessários para atender as demandas correntes. Outro fator importante que deve ser incluído nesse estudo é o estoque de segurança, cujo objetivo é lidar com incertezas que permeiam toda cadeia logística. Esse conceito é um dos mais polêmicos do gerenciamento de estoques e talvez o mais difícil de mensurar. Mas ter informações gerenciais referentes ao custo de excesso ou de falta de estoques em um dado período de tempo é, com certeza, o primeiro passo a ser dado. Um terceiro fator que também deve ser considerado é o prazo de entrega dos fornecedores, quanto menores forem menores também serão os estoques. Nesse aspecto é importante notar que as medidas de quantidade e tempo se misturam em uma análise de estoque, por isso algumas empresas dimensionam seus estoques por número de períodos de demanda, mantendo, por exemplo, “três semanas em estoque” ou “seis dias em estoque”.
O estudo em torno dos estoques serve fundamentalmente para diminuir as incertezas quanto ao futuro que rondam as empresas e tentar aumentar a eficiência do negócio. Mas as grandes oscilações de demanda que representem uma quebra estrutural no comportamento dos consumidores, como as causadas por mudanças inesperadas na temperatura ou uma chuva de granizo, por exemplo, são praticamente impossíveis de se mensurar.
Isso nos leva a concluir que aumentar a eficiência no gerenciamento de estoques, não significa capacidade de prever demandas futuras e estar preparado para elas. Mas significa otimizar a utilização de recursos com base no estudo das informações disponíveis, para evitar possíveis perdas ou até mesmo expandir a participação no mercado, como consequência do aumento de eficiência.
Lucas Maciel Rodrigues
Ao buscar o menor estoque, a empresa corre o risco de perder uma venda por falta de produto. Uma venda aos olhos de um vendedor ingênuo é apenas uma venda, mas aqueles que possuem visão estratégica de negócios sabem que uma venda perdida pode custar a fidelidade de um cliente potencial, ou muito pior, se isso for rotineiro pode gerar uma propaganda negativa em torno do seu negócio impossibilitando-o de expandir os seus horizontes de demanda.
Portanto, para equilibrar esses dois aspectos se faz necessária a utilização intensa da informação a partir de históricos de vendas, giro das mercadorias, sazonalidades dos produtos, etc. Assim, é possível inferir sobre os estoques de rotação, ou seja, aqueles mínimos necessários para atender as demandas correntes. Outro fator importante que deve ser incluído nesse estudo é o estoque de segurança, cujo objetivo é lidar com incertezas que permeiam toda cadeia logística. Esse conceito é um dos mais polêmicos do gerenciamento de estoques e talvez o mais difícil de mensurar. Mas ter informações gerenciais referentes ao custo de excesso ou de falta de estoques em um dado período de tempo é, com certeza, o primeiro passo a ser dado. Um terceiro fator que também deve ser considerado é o prazo de entrega dos fornecedores, quanto menores forem menores também serão os estoques. Nesse aspecto é importante notar que as medidas de quantidade e tempo se misturam em uma análise de estoque, por isso algumas empresas dimensionam seus estoques por número de períodos de demanda, mantendo, por exemplo, “três semanas em estoque” ou “seis dias em estoque”.
O estudo em torno dos estoques serve fundamentalmente para diminuir as incertezas quanto ao futuro que rondam as empresas e tentar aumentar a eficiência do negócio. Mas as grandes oscilações de demanda que representem uma quebra estrutural no comportamento dos consumidores, como as causadas por mudanças inesperadas na temperatura ou uma chuva de granizo, por exemplo, são praticamente impossíveis de se mensurar.
Isso nos leva a concluir que aumentar a eficiência no gerenciamento de estoques, não significa capacidade de prever demandas futuras e estar preparado para elas. Mas significa otimizar a utilização de recursos com base no estudo das informações disponíveis, para evitar possíveis perdas ou até mesmo expandir a participação no mercado, como consequência do aumento de eficiência.
Lucas Maciel Rodrigues

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