Inicialmente se faz necessário diferenciar o ouvir do escutar. Ouvir exige apenas que tenhamos um ouvido funcionando bem, para que o som seja captado no ambiente e transmitido até o cérebro. Escutar exige mais: que o ouvinte preste atenção, concentre-se no que está sendo dito e espere seu interlocutor terminar de falar para depois emitir sua opinião, continuando assim o diálogo.
O ouvir é a primeira habilidade comunicativa do ser humano. Ouvimos antes de falar e falamos antes de ler e escrever. Na escola, aprendemos a ler e a escrever; podemos fazer cursos ou treinamentos para falar melhor. Porém, para ouvir, não recebemos treinamento, e o que aprendemos empiricamente muitas vezes não faz de nós um bom ouvinte.
O bom ouvinte olha para o falante enquanto ouve, costuma fazer movimentos afirmativos com a cabeça, caso concorde com o que está sendo dito e, oportunamente, oferece retornos verbais para mostrar que está atento e acompanhando o raciocínio de quem fala. Esses retornos verbais são o ‘hum, hum’, ‘certo’, ‘sei’, ‘é’, sendo que em conversas telefônicas esses sons de apoio ao diálogo são fundamentais, pois mantêm uma ponte comunicativa entre o falante e o ouvinte, que não se vêem.
Outro detalhe essencial: o ouvinte não existe sem a presença do falante. Sendo assim, a pessoa que fala bem atrai no seu interlocutor as características de um bom ouvinte. Quem não olha e presta atenção ao palestrante, pelo fato dele dizer coisas interessantes, com entusiasmo e técnica?
Porém, assim como existem bons falantes, existem também pessoas inconvenientes, aquelas que falam demais, aquelas que dizem a mesma coisa várias vezes. Essas situações fazem tanto o ouvinte quanto o falante perderem tempo, e tempo é vida!
Não raramente, o ouvinte se depara também com comunicadores que não conseguem prender a atenção da platéia, porque não falam bem, porque desconhecem ou não conseguem praticar técnicas eficazes para uma boa comunicação profissional e oratória.
Para ser ouvido de forma eficiente, quem fala deve adaptar sua linguagem ao nível de compreensão de quem ouve. Não adianta utilizarmos um vocabulário rebuscado para um público sem estudo ou com um grau de escolaridade baixo. Entretanto, para um público culto, é conveniente usar palavras que reflitam a cultura e o conhecimento de quem fala. Enfim, é importante saber para quem se está falando. Fica aqui então uma reflexão: conheça seu público e aprenda a falar melhor para ser bem ouvido e aprenda também a ouvir para respeitar quem está falando.
O ouvir é a primeira habilidade comunicativa do ser humano. Ouvimos antes de falar e falamos antes de ler e escrever. Na escola, aprendemos a ler e a escrever; podemos fazer cursos ou treinamentos para falar melhor. Porém, para ouvir, não recebemos treinamento, e o que aprendemos empiricamente muitas vezes não faz de nós um bom ouvinte.
O bom ouvinte olha para o falante enquanto ouve, costuma fazer movimentos afirmativos com a cabeça, caso concorde com o que está sendo dito e, oportunamente, oferece retornos verbais para mostrar que está atento e acompanhando o raciocínio de quem fala. Esses retornos verbais são o ‘hum, hum’, ‘certo’, ‘sei’, ‘é’, sendo que em conversas telefônicas esses sons de apoio ao diálogo são fundamentais, pois mantêm uma ponte comunicativa entre o falante e o ouvinte, que não se vêem.
Outro detalhe essencial: o ouvinte não existe sem a presença do falante. Sendo assim, a pessoa que fala bem atrai no seu interlocutor as características de um bom ouvinte. Quem não olha e presta atenção ao palestrante, pelo fato dele dizer coisas interessantes, com entusiasmo e técnica?
Porém, assim como existem bons falantes, existem também pessoas inconvenientes, aquelas que falam demais, aquelas que dizem a mesma coisa várias vezes. Essas situações fazem tanto o ouvinte quanto o falante perderem tempo, e tempo é vida!
Não raramente, o ouvinte se depara também com comunicadores que não conseguem prender a atenção da platéia, porque não falam bem, porque desconhecem ou não conseguem praticar técnicas eficazes para uma boa comunicação profissional e oratória.
Para ser ouvido de forma eficiente, quem fala deve adaptar sua linguagem ao nível de compreensão de quem ouve. Não adianta utilizarmos um vocabulário rebuscado para um público sem estudo ou com um grau de escolaridade baixo. Entretanto, para um público culto, é conveniente usar palavras que reflitam a cultura e o conhecimento de quem fala. Enfim, é importante saber para quem se está falando. Fica aqui então uma reflexão: conheça seu público e aprenda a falar melhor para ser bem ouvido e aprenda também a ouvir para respeitar quem está falando.

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