quarta-feira, 23 de março de 2011

Relacionamento como Estratégia para Competitividade



A concorrência no mercado de Pós-venda de caminhões mudou bastante nos últimos anos. Principalmente nos grandes centros têm surgido os chamados “Centros Automotivos”, que oferecem serviços e peças de qualidade questionável e principalmente preços, facilidades e pronto atendimento, muitos deles operando após horários comerciais, abrindo aos sábados, domingos e feriados. Cada vez mais também os postos de gasolina e as oficinas independentes têm se adequado às exigências e necessidades do Cliente, tornando o mercado muito competitivo.

Eles procuram, através de uma maior especialização, ficar com a melhor fatia do mercado. É necessário ter uma visão geral do que a concorrência oferece aos Clientes e fazer um comparativo com as ofertas do próprio Concessionário.

Será impossível colocar soluções perfeitas para todos os problemas. Mas é necessário buscar o melhor aproveitamento das oportunidades existentes no mercado.

A adoção de certas medidas exige muita ação, tempo, dinheiro e dedicação, não se deve encarar essas coisas como barreiras intransponíveis. A pressão da concorrência, dia-a-dia, torna-se cada vez mais forte. Somado a isto, temos uma acentuação na quilometragem rodada dos caminhões, bem como a diminuição da necessidade de paradas para manutenções e reparos, em função da moderna tecnologia adotada nos caminhões e outros fatores que contribuem ainda mais para o constante acirramento da concorrência.

Uma fatia do mercado muito interessante e forte, é a área de funilaria e pintura, que representa um dos grandes potenciais de crescimento dos Concessionários na comercialização de peças, em função da qualidade muito acima da média praticada no mercado independente do mercado. Ela deve receber sem dúvidas, as devidas atenções. O Pós-venda é importante não apenas e tão somente como um instrumento necessário para a venda de caminhões 0km, mas como uma peça de grande valor e a que mais contribui para a formação da opinião do Cliente sobre o produto e a marca.

Numa análise preliminar, o Cliente é aquela pessoa que compra qualquer produto, bem ou serviço de um fornecedor.

Nasce aqui, uma complexa relação que poderá culminar com a satisfação total do comprador e conseqüente prosperidade do fornecedor, ou ao contrário, o não atendimento das expectativas de um fracasso dos negócios do outro. O final da “estória” vai depender muito do tratamento que for dispensado pelo fornecedor ao Cliente. Por trás de qualquer aquisição de um produto ou serviço há o Cliente; em qualquer solicitação firmada em papel, numa “Ordem de Serviço” por exemplo, há o Cliente. A constatação é elementar, mas por muitas vezes nos distanciamos tanto de uma situação, que nos esquecemos que sem o Cliente nada feito! Não teremos a venda, não há sentido na produção e aquela Ordem de Serviço, terá a importância de uma folha de papel em branco.

Nesse mercado tão competitivo, onde os caminhões possuem suas diferenças tecnológicas de estilo, rápida e copiáveis. Para ser liderar esse mercado, tem que direcionar parte de seus esforços para as grandes ações para o “Atendimento ao Cliente”, pois isto passa a ser mais do que nunca o grande diferencial na decisão de compra.

Nunca podemos nos esquecer que o Cliente tem suas necessidades e expectativas quanto ao produto, ao serviço e principalmente quanto ao atendimento que o Concessionário vai lhe proporcionar. Nos dias atuais estas expectativas crescerem tanto, que não basta apenas produzir-se um bom caminhão e consertá-lo bem.

Isto exige uma nova postura, que envolve um conjunto de ações voltadas ao Relacionamento com o Cliente.


Leoni Guimarães

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